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LIVRO II

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LIVRO II

NOVA JORNADA

Dentro da Arca da Aliança foram colocadas as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.
Ela ficava repousada sobre um altar de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca ela  precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.
A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra.
A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo  e isso so podia ser feito  por Moisés ou algum sacerdote levitas.
Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto.
Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.
A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.
Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, era Eli  e seus filhos que tomavam conta deste trabalho, porém O profeta Samuel recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.
A maldição sobre Eli teria tido lugar, os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.
Neste tempo e após ser derrotados, a Arca foi levada pelos filisteus como butim de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias  teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.
A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

Pra. Maria do Rocio

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