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LIVRO II

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LIVRO II

ENTENDA O SEU DESERTO E SAIA DELE HOJE

APRESENTAÇÃO

É uma grande alegria apresentar para você este primeiro livro do meu amigo Roberto Polido. Tenho a alegria de conviver com ele, trabalhando juntos com nosso Papai, e vendo a sensacional forma que o Senhor age através da vida dele.

Neste livro o Roberto entra em um tema polêmico: o deserto. Diariamente escutamos coisas como “ninguém chega à terra prometida sem passar pelo deserto” e “deserto é escola de profetas”. Sinceramente, são enganos que mantém as pessoas separadas de sua cura, sua libertação, sua vida em abundância, já conquistada na cruz pelo Senhor Jesus.

Mas o Roberto traz o assunto em detalhes. E mais, com uma das principais características pessoais dele: seriedade e base bíblica para cada afirmação, para cada exposição, para cada argumento.

E o livro cumpre a promessa feita no título: você vai entender o seu deserto e conhecerá o caminho para sair dele. Boa leitura!

Ev. João Marcelo

Min. Mensagem Bíblica de Cura

São Paulo – SP - Brasil

 

OS MOTIVOS DESTE LIVRO

Ao dar início a este livro, escolhi um tema muito falado e pouco compreendido e logicamente pouco utilizado em seus efeitos.

Isso se deve ao desconhecimento de causa, muito embora milhões de pessoas já ouviram falar alguma coisa sobrenatural que o fez gravar em sua memória, ou então concluiu ser tão absurdo que também gravou para usar como menosprezo.

Há um universo de informações e pensamentos sobre esse tema, deserto, bem vasto, porém tão desconhecido que chamou muito a minha atenção.

Como cristão que sou e muito apaixonado pela palavra viva de Deus, fui buscar conhecimento em algumas horas vagas.

Li algumas referências bíblicas para entender melhor algo que já me incomodava só de ouvir alguém falando.

Fui tirar minhas dúvidas lendo a palavra de Deus, mas quem me esclareceu e me revelou o que eu buscava não foi homem. O Espírito Santo a quem agradeço imensamente por não deixar me esquecer, trazendo sempre o tema em minha memória.

Reconheço que a muito tempo o Espírito Santo tem me conduzido a escrever sobre o assunto.

Por fim, tomei coragem e em poucos dias chegamos a esse livro.

 

O DESERTO, ONTEM E HOJE

Todas as vezes que ouvia uma pregação ou algum comentário sobre o povo de Israel no Egito ou saindo de lá, logo eu imaginava as cenas possíveis dos acontecimentos. Mentalmente via um povo sendo maltratado, surrado, encarcerados, toda cena sofrida que eu pudesse imaginar.

Também via um povo caminhando no deserto sofrendo, animais morrendo, carcaça de pessoas sendo deixadas para trás, objetos esquecidos e quebrados pelo caminho.

E é claro um povo olhando para cima, questionando Deus sobre os motivos porque estavam naquele lugar, e também perturbando Moisés com um turbilhão de perguntas e atribuindo culpas.

A despeito de todo sofrimento, também via uma multidão nos dias de hoje passando pelo processo do tal deserto como lugar de aprendizado pelo sofrimento, castigos divino e assolações enquanto caminhavam em direção a terra da promessa de Deus.

Devo reconhecer que até hoje vejo todo o povo de Deus sofrendo, passando por tribulações, buscando uma resposta conclusiva para justificar sua situação atual desfavorável.

 

CONFORMISMO COM BASE BÍBLICA?

É dessa maneira que o cristão se vê nos dias atuais, alguns chegam na raia do absurdo de alegar que deve ter atirado pedras na cruz, porque não é possível tantas desgraças juntas.

Quando em tom cômico dizem sobre ter jogado pedras na cruz, o próprio está tacitamente dizendo que em suas vidas passadas fez coisas terríveis e por isso está pagando o preço.

Nunca vi tamanho absurdo ser dito quase que inconscientemente ou até mesmo por modismo ou comodismo. Lembrei-me de uma frase que a minha amada esposa sempre diz quando alguém leva o assunto para o seu martírio. Ela diz que a pessoa está fazendo apologia à desgraça.

Mesmo sabendo que ao homem é dado morrer somente uma vez, e que do pó veio e ao pó voltará (Hebreus 9:27) e (Eclesiastes 3:20 e 12:7), o homem tende a misturar doutrinas estranhas as bases divina. Criando assim um evangelho da conformação e procurando um culpado.

Chegam a raia da loucura dizendo que o diabo está cirandando ao seu redor, trazendo retaliações, que está passando um cortado.

Dizem que depois que aceitaram a Jesus em suas vidas, em seus corações, as coisas pioraram.

Confesso que vejo como um calhamaço de absurdos, vejo como petições de autocondenações, algo parecido como autoflagelo, quase como colocar um silício no pescoço e apertar.

Sendo assim, eu me enveredei a buscar no Espírito Santo a palavra revelada, e me foi dado o conhecimento que vem de encontro as dúvidas de muitos filhos de Deus. O vir de encontro requer um choque, uma pancada de frente, uma ação destruidora.

É por isso que afirmo logo no início que o tema é muito falado e conhecido, porém extremamente polêmico. E é justamente isso que desejo causar nas mentes dos leitores, enquanto lê este pequeno livro.

Nunca uma palavra, deserto, causou tanta mudança e abriu uma infinidade de portas e respondeu a tantas dúvidas como aqui.

Não quero aqui dizer que somente esse livro é a verdade pura e os demais são enganadores, ilusórios, confortadores de problemas.

Não, não se trate disso, até porque a verdade absoluta e incontestável está nas escrituras sagradas. Nós somos falíveis, carnais, políticos, passionais, tendenciosos e interesseiros. Digo que se pudermos puxar a sardinha para o lado da brasa que estamos, faremos isso rapidamente.

Porém não se trata de denegrir, contestar trabalhos acadêmicos, teológicos ou desmentir pregações emanadas pelos púlpitos do mundo inteiro.

Peço desculpas aos renomados pregadores, estudiosos, aliás, não me enquadro em nenhuma das qualificações. Não sou teólogo, não sou aspirante e nem candidato a nenhum cargo existente nesse ordenamento doutrinário.

Também não há nenhum interesse material e financeiro, até porque o livro é gratuito e pode ser compilado por qualquer um com acesso a internet, assim como você está fazendo agora.

O livro será grátis e acessível a todos que queiram entender melhor esse tema deserto e suas consequências.

Deixo claro que fica vedada a impressão a publicação parcial ou no todo para fins lucrativos, quem quer que seja está expressamente proibido e sujeito as penalidades pelo descumprimento. Salvo autorização expressa do autor poderá ser publicado, porém sempre da forma gratuita, ou seja, ninguém pagará pelo livro ou acessórios atrelados a ele.

 

O QUE VOCÊ VAI RECEBER LENDO ESTE LIVRO

É de extrema importância dizer que para tudo deve haver um propósito. Esse livro não foge de ter um propósito, até porque o termo propósito sugere uma intenção boa ou ruim para se obter um resultado pessoal ou coletivo.

Nosso propósito para esse livro é levá-lo a pensar de forma difusa ao que te incutiram na mente.

O intuito é entregar uma ferramenta ideal e com poder de transformação positiva em suas mãos.

Essa ferramenta chamaremos de propósito que é o essencial para começar qualquer obra de transformação.

Em seguida entender que o lugar que deseja mudar ou reformar chama-se deserto.

Mãos à obra, entremos nesse deserto empunhando a ferramenta chamada propósito, desvendando onde deverá corrigir falhas, temores, ressentimentos, visão deturpada e outros mil.

Você está pronto para se embrenhar em meio ao deserto, paramentado e levará consigo dois produtos poderosos para mudar qualquer situação.

Estou falando de dois produtos milagrosos para transformar e reformar qualquer coisa. Falo das coberturas espirituais chamados jejum e oração, como sendo premente para dar acabamento e beleza no local reformado.

No transcorrer da leitura terá acesso as informações necessárias e o modo de utilização desses produtos jejum e oração atrelados a ferramenta chamada propósito.

Boa leitura!

 

Roberto Polido

 

O QUE É O DESERTO? - FRAGMENTANDO CONCEITOS

Não vou entrar em termos científicos, teológicos, hermenêutica, exegese tentando explicar textos bíblicos. Desejo apenas e tão somente trazer claridade em sua mente para descortinar o oculto que não era para estar escondido.

Trazer até você a identificação no simples, mas abrangente conteúdo bíblico sem ferir o texto e sem aprofundar no contexto histórico. Desse modo estará disponível a qualquer um que queira conhecer.

DESERTO

1 Lugar estéril e desabitado.

2 Lugar pouco frequentado.

3 Ermo, despovoado, solitário.

4 Pouco frequentado.

5 Não reclamado (pelo recorrente, para seguir seus termos) no prazo legal.

6 Ao qual não se apresentou nenhum concorrente ou candidato.

7 Impaciente, desejoso.

 

ENTENDENDO O SEU DESERTO

A partir de agora você passa a ter informações preciosas e contundentes que podem mudar radicalmente a sua visão diante dos problemas que vem enfrentando.

Entrará em uma viagem radical e sem volta ao velho homem.

Prepare seu coração, reforce sua visão e ouça o que o Espírito Santo vai te entregar.

Mateus 13:9 Quem tem ouvidos, ouça.

Gostaria de expressar como me sinto ao discorrer sobre esse assunto tão polêmico que é esse do deserto e definido por alguns como estreito.

Tenho visto e ouvido tantos assuntos em torno da expressão “deserto”, porém, comumente relacionado ao sofrimento, dificuldades, perdas e experiências ruins das mais diversas ordens.

Meu interesse não está em anunciar um novo evangelho ou criar um novo método para identificar certos problemas que assolam as vidas de todos as pessoas, cristãs ou não.

Como o assunto a ser desvendado sobre essa palavra “deserto” existem algumas variações pelos seus significados e quero primeiramente trazer à tona os significados literais da palavra conforme nosso dicionário da língua portuguesa.

 

POR QUE VOCÊ USA A PALAVRA “DESERTO”?

Quando ouço algumas pessoas dizerem que estão em um deserto ou passando pelo deserto, fico a pensar se a pessoa já pensou na maneira que está pronunciando. Se nota o peso das palavras lançadas no ar contra si mesmo.

Eu ouço e interpreto que quando uma pessoa está em um deserto, ela está dizendo estou passando dificuldade e não consigo sair dela.

Quando ouço, estou passando pelo deserto, interpreto que essa pessoa está em um momento de dificuldade ou de aperto, mas, está preste a sair dele, o deserto. Porém vi que muitos estão nele rumo aos 40 anos, e sabe-se lá se verão a terra da promessa.

 

 

Significado de Deserto (pelo dicionário)

1 - Lugar estéril e desabitado.

Lugar estéril: ambiente ou região infecundo, que não produz; que não dá vantagem; inútil; árido; improdutivo.

Desabitado: que não tem habitantes.

2 – Lugar pouco frequentado: ambiente ou região o qual pouco se vai, por opção de ir ou não, ou até mesmo somente ir quando se faz necessário.

3 – Ermo, despovoado, solitário: descampado sem habitantes considerado solitário ou abandonado.

4 – Pouco frequentado: acesso de baixa convivência de pouca permanência.

5 – Não reclamado: termo jurídico para os casos em que se perde o prazo legal para reclamar na justiça.

6 – Ao qual não se apresentou nenhum concorrente ou candidato: quando há uma disputa por algo ou um cargo de autoridade em que permite ou prevê que se tenha mais que um candidato ou concorrente.

7 – Impaciente, desejoso: que não tem paciência; frenético (agitado); sôfrego (incontido).

Notem que essa palavra “deserto” é bastante abrangente, mas ao mesmo tempo nos leva até dois pilares mais importantes que serão o cerne para o estudo a seguir.

Deserto: lugar desabitado, improdutivo, estéril, solitário, de pouca permanência.

 

PIVÔS – COLUNAS – BALAUSTRE - PILARES

Como havia dito, nosso estudo parte de dois pontos importantes para entender o que foi esse deserto.

Entendemos que, quando se fala em deserto estamos dizendo que estamos sofrendo, passando privações.

Portanto quero levar esse estudo às diversas reflexões para desmistificar alguns conceitos e preconceitos.

O ponto importante desse livro é demonstrar a importância do deserto nos acontecimentos e o porquê do deserto.

Nosso cerne será a partir de agora, jejum, oração e um grande propósito.

Creio que já está bem claro o significado da palavra deserto no contexto material.

Deserto: lugar desabitado, improdutivo, estéril, solitário, de pouca permanência.

 

O SENTIDO ESPIRITUAL DO “DESERTO”

Contudo, usaremos o deserto como mecanismo espiritual para se alcançar um objetivo diante de um grande propósito.

Quando se tem um propósito e esse propósito suplanta a qualquer possibilidade de insucesso, a pessoa não mede esforços para chegar ao resultado desejado.

Assim o é para todas as situações, quer seja no lado sentimental, profissional e ministerial.

Ao entrarmos nesse polêmico tema obrigatoriamente entraremos nos textos do velho e novo testamento.

O campo é vasto que gira em torno do deserto e acontecimentos, porém vamos nos ater tão somente para esclarecer e dar uma visão diferente e que poderá mudar radicalmente sua vida.

 

ENTENDENDO O PROPÓSITO

Qualquer pessoa que já leu ou ouviu um pouquinho da bíblia sabe alguma coisa a respeito do povo judeu e a escravidão por muito tempo nas terras do Egito.

Sabe também que foram subjugados pelo faraó e tiveram que fazer trabalhos forçados para construírem as tais pirâmides as quais são famosas até os dias atuais.

Sabemos também que um personagem famoso conhecido como o libertador desse povo foi Moisés.

Não vamos enveredar na vida de Moisés, mas vamos usá-lo como pivô para um propósito divino.

Moisés foi íntimo de Deus e aceitou a missão de libertar seu povo e levá-los até a terra prometida por Deus.

Muito embora tenha ocorrido resistência por parte do faraó, tempos depois ele se viu obrigado a liberar o povo judeu.

Havendo a liberação do povo judeu, Moisés conduziu sua nação para um caminho deserto.

 

 

 

 

1. Ramessés, Israel foi tirada do Egito (Êx. 12; Núm. 33:5).

2. Sucote, depois que os hebreus deixaram esse primeiro acampamento, o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, e de noite numa coluna de fogo (Êx. 13:20–22).

3. Pi-Hairote, Israel atravessou o Mar Vermelho (Êx. 14; Núm. 33:8).

4. Mara, o Senhor fez com que as águas de Mara se tornassem doces (Êx. 15:23–26).

 

 

5. Elim, Israel acampou ao lado de 12 fontes de água (Êx. 15:27).

6. Deserto de Sim, o Senhor enviou maná e codornizes para alimentar Israel (Êx. 16).

7. Refidim Israel pelejou contra Amaleque (Êx. 17:8–16).

8. Monte Sinai (Monte Horebe ou Jebel-Musa), o Senhor revelou os Dez Mandamentos (Êx. 19–20).

9. Deserto do Sinai, Israel construiu o tabernáculo (Êx. 25–30).

10. Acampamentos no Deserto, Setenta anciãos foram chamados para ajudar Moisés a governar o povo (Núm. 11:16–17).

11. Eziom-Geber, Israel atravessou as terras de Esaú e de Amom em paz (Deut. 2).

12. Cades-Barnéia, Moisés envia espiões para a terra prometida; Israel rebelou-se e foi impedido de entrar na terra; Cades serviu como o acampamento principal de Israel durante muitos anos.

(Núm. 13:1–3, 17–33; 14; 32:8; Deut. 2:14).

13. Deserto Oriental, Israel evitou o conflito com Edom e Moabe.

(Núm. 20:14–21; 22–24).

14. Ribeiro de Arnom, Israel destruiu os amorreus que lutaram contra eles (Deut. 2:24–37).

15. Monte Nebo, Moisés viu a terra prometida (Deut. 34:1–4). Moisés fez seus três últimos sermões (Deut. 1–32).

16. Campinas de Moabe, o Senhor disse a Israel que fizesse a divisão da terra e que expulsasse os habitantes (Núm. 33:50–56).

17. Rio Jordão, Israel atravessou o Rio Jordão a seco. Próximo a Gilgal, pedras tiradas do fundo do Rio Jordão foram reunidas em um memorial da divisão das águas do Jordão (Jos. 3–5:1).

18. Jericó Os filhos de Israel capturaram e destruíram a cidade (Jos. 6).

Leia mais: http://www.a-jesus.com/news/mapas-e-indice-de-nomes-de-lugares-1/

 

 

 

 

 

 

 

 

O TRAJETO DO POVO PELO DESERTO ERA REALMENTE TÃO LONGO, PARA SER PERCORRIDO EM 40 ANOS?

O propósito de Moisés era levar o seu povo até a terra prometida por Deus, porém é sabido que esse trajeto poderia ser feito em 40 dias. De 40 dias passou a ser 40 anos, porque?

Adiantando a resposta, digo que foi por murmuração, desobediência, idolatria, rebeldia e outros tantos que se pode imaginar.

“Nenhum deles chegará a ver a terra que prometi com juramento aos seus antepassados. Ninguém que me tratou com desprezo a verá. ” Palavra do Senhor em Números 13:23

Porém, essa questão em torno de 40 dias em 40 anos não é o nosso foco de observação e aprendizado. Muito embora teremos que mencionar esses números no transcorrer do livro, não será isso o importante, mas os acontecimentos e os propósitos de estar em meio a um deserto por 40 anos e não 40 dias.

Está escrito:

“Durante quarenta anos vocês sofrerão a consequência dos seus pecados e experimentarão a minha rejeição; cada ano corresponderá a cada um dos quarenta dias em que vocês observaram a terra’.

Eu, o Senhor, falei, e certamente farei essas coisas a toda esta comunidade ímpia, que conspirou contra mim. Encontrarão o seu fim neste deserto; aqui morrerão". Números 14:34,35

Antes que a nação de Israel chegasse a terra prometida era premente o desenvolvimento de regras e leis para as futuras relações familiares e governamentais.

Moisés foi conduzido por Deus ao monte a fim de entregar as tábuas das leis, porém, antes Moisés jejuou 40 dias e 40 noites sem comer e beber.

Ao descer do monte encontrou o povo desviado do propósito divino, construíram um bezerro de ouro e o fizeram de deus.

Não só Moisés se irritou com o que viu, também o próprio Deus desejou destruir o povo. Moisés num ímpeto de ira jogou as tábuas no chão, quebrando-as.

“Quando Moisés aproximou-se do acampamento e viu o bezerro e as danças, irou-se e jogou as tábuas no chão, ao pé do monte, quebrando-as”. Êxodo 32:19.

Moisés se viu perdido e acuado e tempos depois ele inicia um novo jejum de mais 40 dias para que o povo não fosse destruído e também para receber novamente as tábuas da lei, só que dessa vez feitas por ele, Moisés.

“Assim Moisés lavrou duas tábuas de pedra semelhantes às primeiras e subiu ao monte Sinai, logo de manhã, como o Senhor lhe havia ordenado, levando nas mãos as duas tábuas de pedra. ” - Êxodo 34:4

Disse o Senhor a Moisés: "Escreva essas palavras; porque é de acordo com elas que faço aliança com você e com Israel".

Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão e sem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança: os Dez MandamentosÊxodo 34:27,28

 

PONTOS ESTRATÉGICOS

É justamente nesse ponto onde daremos início as nossas reflexões sobre o jejum de 40 dias e o propósito de Moisés. Também por outro prisma vamos contextualizar o lado espiritual desse período tão importante.

Nesse exato momento estamos entrando em uma seara que poderá mudar radicalmente a vida e a sua condição atual.

 

Primeiro passo:

Entender que o jejum acompanhado de oração era uma arma poderosa para conquistar ou mudar algo radicalmente que precisava ser mudado em um tempo rápido e que não se conseguiria pela força do braço.

Passe a entender esse segredo revelado por Moisés como sendo a sua chave de acesso ao mundo espiritual para transformação do mundo material.

Entender também que 40 dias é um número máximo de um período de jejum para realizações e provar das mudanças.

Sabemos que houveram tempos diferentes do período de jejum e já lemos algumas vezes.

O próprio Daniel jejuou e orou sem interromper 21 dias até que a sua benção chegou e o Senhor enviou um anjo para avisá-lo. Daniel poderia ter orado e jejuado 40 dias, porém não houve a necessidade.

Paulo jejuou por 3 dias, e Jesus 40 dias sem comer e beber. Elias jejuou por 40 dias. Todos foram por um propósito de grande importância e nem é preciso dizer que oravam incessantemente.

Retornando a Moisés e aos dois jejuns feito por ele por duas situações importantes, contudo, vemos muitos discutindo que Moisés não fez 40 dias e sim 80 dias. Porém, verá que há um tempo de negociações como o povo e com Deus nos capítulos 33 e 34 de Êxodo.

Perante essa condição duvidosa, quero juntamente contigo avaliar esse impasse. Moisés jejuou 40 dias para subir ao monte receber as tábuas da lei escrita pelo próprio dedo de Deus e também ter condição de suportar a presença de Deus. Concluo que o jejum seja para fortalecimento espiritual e não para enfraquecimento.

Voltando com as placas nas mãos, encontrando o povo desviado, irou-se e lançou ao chão as pedras. Acredito que, ao ver que Deus iria destruir o seu povo, Moisés rogou a Deus que não fizesse isso e lhe permitisse resgatar as tábuas e salvasse a nação de Israel.

"Senhor, se de fato me aceitas com agrado, acompanha-nos o Senhor. Mesmo sendo esse um povo obstinado, perdoa a nossa maldade e o nosso pecado e faze de nós a tua herança". Êxodo 34:9

Contudo, Deus disse a Moisés, faça as tábuas com suas próprias mãos e escreva o que eu disser. Vemos aqui que Deus não facilitou para Moisés, sendo necessário algum tempo para executar esse trabalho.

Claro que Moisés poderia engatar mais 40 dias de jejum imediatamente tornando em 80 dias, porém, o propósito era diferente do inicial.

O jejum primário era para suportar a presença de Deus, o segundo seria para proteger seu povo, portanto vejo que trata-se de um novo jejum por mais 40 dias.

Segundo passo:

Resolvido esse impasse, vamos agora para compreender a importância do jejum de 40 dias com um propósito.

Os dois jejuns praticados por Moisés eram especificamente para um propósito de alta dificuldade, por isso identificamos como um propósito.

Constituir leis para governar milhões de judeus primeiramente, depois para que uma nação não fosse destruída por Deus por conta da desobediência.

Note que quero despertar sua atenção para identificar um propósito em sua vida e apresentar como solução o jejum e oração.

Não sei qual é a sua condição atual e o que deseja que seja mudado, mas devo informar que aquilo que desejar ser mudado, acontecerá.

Então, já sabe que deverá ter um propósito, jejuar e muita oração diante dos pés de Deus. Assim o seu propósito passa a ser o propósito do Senhor.

"Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor". Provérbios 19:21

Começamos esse livro falando sobre o que seria um deserto e atrelamos a esse tema o jejum, oração e um propósito.

Entendido os 3 últimos, vamos retornar para o objeto do livro.

Tenho visto durante todos esses anos muitas pessoas dizendo que estão no deserto ou passando pelo deserto. Desde 1992 quando aceitei a Jesus, e O confessei como meu Senhor e Salvador, inclusive eu mesmo, mas somente até o momento que entendi o conceito de deserto.

Nas igrejas, nas rádios, nos seminários, conferências, nas pregações e até na escola dominical fala-se que deserto é lugar de aprendizado, é lugar para aprender em meio às tribulações.

Por muito tempo eu aceitei essas palavras como sendo a verdade absoluta e que seria necessário eu mesmo viver algo que eu pudesse dizer que estava passando por um deserto.

 

UMA NOVA VISÃO

É interessante quando temos uma nova visão sobre o mesmo assunto e provamos as mudanças em função da nova visão consubstanciada em um mesmo assunto e texto bíblico.

Por outro lado, me entristeço quando ouço alguém falando sobre isso e imediatamente tranco meus ouvidos me recusando a aceitar e fico impelido a combater e mostrar a aquele que fala que não é bem assim como diz.

É unânime a afirmação de todos dizendo que não se chega a terra prometida se não passar pelo deserto. Ainda por cima alguns até brincam com coisa séria dizendo que alguns morrem sem alcançar a terra.

Claro que tudo que é dito nos dias atuais foi uma verdade para aquela época e de certo modo também é para esses dias. Contudo, é válido para os desobedientes, murmuradores, idólatras...

Descrevo rapidamente os momentos que Moisés foi levado a libertar e a conduzir uma nação a terra prometida. Em contraponto a essas afirmações negativas, saliento que o povo não precisava passar por isso.

 

40 ANOS, 40 DIAS, QUANTO TEMPO NO DESERTO?

Imediatamente, alguns um pouco mais letrado diz que realmente não deveriam ficar peregrinando pelo deserto 40 anos, mas 40 dias.

Digo de imediato que também essa premissa é verdadeira, porém devemos ponderar alguns fatos importantes e entender realmente o significado de tudo.

Voltemos um pouco mais para relembrar os fatos que deram início a essa jornada pelo deserto.

 

 

Visualize novamente o mapa e note que a rota rumo ao mar vermelho era o melhor caminho que alguém poderia escolher. Vários pontos identificados como lugares onde poderiam ficar ou até mesmo conseguir alimentos até chegarem ao Monte Sinai e receberem as leis e de lá tentarem observar ao longe as terras da promessa.

Façamos um cálculo somente para raciocínio lógico não se preocupando com exatidão matemática. Digamos que uma pessoa chegue a 50 km andando durante todo dia embaixo de uma nuvem de sombra concedida por Deus. Passado um tempo de descanso, chegando a noite ande mais 50 km direcionado pela coluna de fogo, também concedida por Deus.

Andando 100 km por dia durante 40 dias estaríamos falando em 4000 km. Pergunto: quantos quilômetros há entre o Egito e a região da terra prometida? Bem próximo disso.

Para chegar à terra de Canaã, Moisés não optou pelo caminho mais curto com cerca de 400 quilômetros ao longo da costa arenosa do Mediterrâneo.  Acredito que ele não queria cruzar nos territórios dos filisteus considerados inimigos e bem armados.

Tampouco atravessou o centro da ampla península do Sinai, onde certamente enfrentariam calor escaldante no planalto de cascalhos e calcário. Moisés levou o povo para o sul, margeando a planície da costa até chegarem em Mara onde Deus transformou as águas amargas em águas potáveis.

Notem que Deus zelou pelo povo mesmo sendo desobedientes e mal-agradecidos. Tudo por um propósito no coração de Moisés, Deus não fez caso da rebeldia do povo judeu.

 

DESERTO NOS DIAS ATUAIS

Voltemos ao polêmico assunto de estar passando por um deserto nos dias atuais em paralelo a peregrinação no deserto onde vinha o sustento do céu em forma do maná e carne por aves, água da rocha, sombra do dia, luz na noite, roupas e sandálias sem desgastes e envelhecimento tardio.

Notem que, estando no deserto ou passando por ele o povo estava completamente protegido e bem cuidado diretamente por Deus.

Como podemos comparar com a situação atual onde tudo parece sem solução, perdido ou acabado? Confessam que passando por isso vão aprender, sendo provado será aprovado e que poderá viver algo de bom após passado um tempo no deserto por consentimento de Deus.

Desculpem-me, mas, não posso corroborar com essa afirmativa negativa, e pretendo levá-lo a entender o porquê dessa discordância.

Não desprezo nenhum ponto comentado nesse livro e respeito sobre maneira como incontestável e verídico. Contudo, contesto os comparativos feitos para justificar uma condição indesejável que você esteja vivendo ou considerando como perda irreparável.

Não basta contestar, tenho que apresentar os motivos que me levaram a seguir na contramão da história dos dias atuais.

Sendo assim, vamos em frente como um advogado de defesa apresentando defesas e contestações para chegarem a um denominador justo e aproveitável. Para obtermos o sucesso como um advogado temos que encontrar uma brecha para reflexão.

Moisés diante de uma nação reclamando, murmurando não desistiu de sua missão e propósito. Fez dois jejuns de 40 dias de grande importância e decisivo, um para benção e outro para proteção, para não ocorrer a destruição de milhões de judeus.

 

 

DESERTO NÃO É VONTADE DE DEUS

Inicialmente tenho que informar que tudo que estiver passando e que venha afirmar que você está no deserto, não tem nada a ver com Deus. Porém, tem a ver com a desobediência atrelada ao seu livre arbítrio.

Digo isso porque Deus cuidou do povo e deu tudo que eles necessitavam e até tinham muito ouro quando saíram do Egito. Esse ouro é claro não veio do trabalho escravo no Egito, mas de ter recebido das mãos do Faraó.

Quando afirmar que está no deserto, é o mesmo que dizer que não está sendo assistido por Deus, nas suas necessidades e nem o dinheiro está sendo suficiente ou sobrando. Ao contrário disso o povo judeu teve tudo que queriam inclusive muito ouro para fazer um bezerro como deus.

Como pode dizer que está no deserto? Que está sendo provado para ser aprovado por Deus? Aprovado por Deus? Um pai em sã consciência faz isso com um filho? Um pai verdadeiro ama o filho e quer o melhor para ele, ainda que, ande por caminhos contrários a vontade do pai.

Desculpe-me novamente, mas, estamos falando de dois assuntos parecidos, mas muito diferentes. Parece, mas não é!

Porém, posso afirmar que a solução para os problemas está nas atitudes que Moisés tomou, embora radicais, mas necessárias. Assim, Deus aceitou e fez o melhor para o povo, perdoando e ensinando ao povo as bênçãos e as maldições.

Para quem teve o cuidado de ler e examinar as escrituras nos versículos em Deuteronômio 27 onde o Senhor alerta sobre as consequências da obediência e da desobediência. No versículo 28 mostra os frutos da obediência e os castigos pela desobediência.

Nosso Papai fez tudo para que os filhos não sofressem, porém, tinham um comportamento como se não tivessem ouvido coisa alguma.

As bênçãos são para os filhos que ouvem os conselhos do Pai e os praticam. As maldições são para os que ouvem os conselhos, mas não os praticam.

Mesmo diante de tamanha desobediência o Senhor faz novamente um novo concerto com seu povo no versículo 29. Em seguida no versículo 30 por misericórdia chama-os ao arrependimento e realinhamento.

Se, todavia, o seu coração se desviar e vocês não forem obedientes, e se deixarem levar, prostrando-se diante de outros deuses para adorá-los, eu hoje lhes declaro que sem dúvida vocês serão destruídos. Vocês não viverão muito tempo na terra em que vão entrar e da qual vão tomar posse, depois de atravessarem o Jordão.
Hoje invoco os céus e a terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e os seus filhos vivam, e para que vocês amem o Senhor, o seu Deus, ouçam a sua voz e se apeguem firmemente a ele. Pois o Senhor é a sua vida, e ele lhes dará muitos anos na terra que jurou dar aos seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó
. Deuteronômio 30:17-20

Em qual situação você está agora? Está sofrendo, porém acabou de receber a Jesus em seu coração? Fique feliz, o Senhor não faz conta do tempo da ignorância e promete apagar as nossas transgressões e nos promete vida eterna e próspera.

Deus, porém, achou o povo em falta e disse: "Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá.

Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles", diz o Senhor.

"Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias", declara o Senhor. "Porei minhas leis em suas mentes e as escreverei em seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o meu povo.

Ninguém mais ensinará ao seu próximo nem ao seu irmão, dizendo: ‘Conheça ao Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior.

Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados". Hebreus 8:8-12

Deus demonstra claramente em sua palavra essas promessas a todos que o buscam em espírito e em verdade.

 

HOJE TEMOS A JESUS!

Por outro lado, se está passando por tudo isso após tempos de conversão, é melhor prestar muita atenção pois a sua benção está tão próxima de ti quanto a sua roupa em seu corpo.

Há um direito imutável conquistado por alguém que você já aceitou em sua vida, esse alguém chama-se Jesus Cristo.

Se ainda não o conhece, exorto e o convido a experimentar o que há de melhor e mais radical livre que existe.

Aí você me diz, eu sei disso eu conheço e já aceitei Jesus, mas nada muda! Eu rebato e digo que tudo muda e vou dizer como e porquê.

Moisés tinha um propósito, jejuou e orou por 40 dias e funcionou para ele e para milhões de pessoas. E é claro que a informação que ele tinha você também tem agora.

 

JEJUM ACEITÁVEL E VENCEDOR

Nos dias atuais creio piamente que você viva embaixo das promessas e direitos conquistados por Jesus na cruz, escrevendo um novo testamento para os filhos que chegaram a terra da promessa.

“...contudo, vocês não querem vir a mim para terem vida. ”João5:40

“... para que todo o que nele crer tenha a vida eterna”. João 3:15

O ladrão vem apenas para furtar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham plenamente. ” João 10:10

"...para que tudo te corra bem e tenhas longa vida sobre a terra". Efésios 6:3

Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus e, crendo, tenham vida em seu nome”. João 20:31

 

 

 

 

JESUS, A GRANDE E IRREFUTÁVEL SOLUÇÃO

Hoje sua terra da promessa chama-se Jesus Cristo e na cruz venceu a morte, levou as doenças e derrotou satanás.                          Mateus 8:17 - Atos 10:38 - 1 Pedro 2:24

Contudo, cabe lembrar que antes da entrega na cruz por sua vida, Jesus fez algo de grande importância.

 

JESUS JEJUOU POR 40 DIAS NO DESERTO...

Jesus tinha vários propósitos para a humanidade não se perder e fez algo que hoje você pode fazer para agradecer o que Jesus já fez quando foi levado pelo Espírito Santo ao deserto a fim de jejuar e orar por 40 dias.

Jesus foi para um lugar deserto, desabitado, pouco frequentado pois não queria se distrair com coisa alguma. Jesus não precisou peregrinar pelo deserto para jejuar e orar por 40 dias. Digo isso porque o deserto não tem que ser um lugar de passagem para aprendizado, mas pode ser um lugar onde se recolhe sem que alguém venha interromper.

Uma vez que você é nova criatura, é filho autêntico de Deus e sua fé é autêntica e não fingida, você está colado a sua benção e tem acesso direto aos mimos do nosso Papai.

 

... E ELE FEZ ISSO POR VOCÊ!!!

Jesus Cristo venceu o diabo quando foi tentado por ele, sabendo disso, Jesus teve um propósito e o fez por você. Foi para um lugar deserto, jejuou e orou por 40 dias a fim de vencer o diabo para que você receba esse direito testamentário.

Comereis o melhor dessa terra, viverás todas as promessas de Deus, provará todos os benefícios que um pai concede ao filho.

A exemplo de Moisés e seu sucesso, Jesus também sabia da importância do propósito, jejum e oração. Jesus fez em seu lugar assim como o fez na cruz para você ter acesso a essa vitória testamental.

Ouço as vezes alguns dizerem que Deus permitiu Jó sofrer, padecer, perder tudo que tinha. Sei que Deus teve um propósito especial nesse projeto. Todos olham especificamente para o que aconteceu com Jó, eu especialmente olho a oferta de Jó a Deus para que satanás fosse envergonhado e derrotado. Vejo um propósito grande que antecedeu a vinda do Senhor Jesus.

Jó numa escala menor se entregou a esse propósito de desmascarar o inferno, desbancar o diabo e deixar bem claro que o que viria depois dele (Jesus) poria um fim no reinado de satanás.

Então Jó respondeu ao Senhor:
"Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado.
Tu perguntaste: ‘Quem é esse que obscurece o meu conselho sem conhecimento? ’ Certo é que falei de coisas que eu não entendia, coisas tão maravilhosas que eu não poderia saber.
"Tu disseste: ‘Agora escute, e eu falarei; vou fazer-lhe perguntas, e você me responderá’. Meus ouvidos já tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram.
Por isso menosprezo a mim mesmo e me arrependo no pó e na cinza".
Jó 42:1-6

Trocando em miúdos para que não haja dúvidas, Jesus veio justamente para deixar muito bem claro que Ele (Jesus) veio e fez tudo por nós. Jesus veio combinado com nosso Papai fazer tudo exemplarmente, justamente para que nós não precisássemos passar ou falar que estamos passando um deserto.

 

JEJUM É SOLUÇÃO. MAS JESUS JÁ JEJUOU POR VOCÊ... E AGORA O QUE VOCÊ DEVE FAZER?

Mas se Jesus já fez isso em meu lugar eu não preciso fazer mais?

É verdade, Jesus já fez em seu lugar e consumou na cruz. Ele disse “está consumado” isso quer dizer está feito, de agora em diante passa a valer.

‘ESTÁ CONSUMADO”! JÁ ACONTECEU! ELE JÁ FEZ!

Contudo, ainda não mudou nada porque acabou de receber essa verdade como direito testamental. Então você pergunta o que tenho que fazer para mudar ou enquanto estou esperando acontecer?

Devemos fazer o mesmo quando recebemos um presente de alguém. Devemos receber como verdade e em seguida agradecer.

Note que ao receber um presente material de outrem, por hábito ou mesmo por educação você agradece. Jesus deseja apenas gratidão e ainda nos deixa o seguinte recado:

Mas sei que, mesmo agora, Deus te dará tudo o que pedires". João 11:22

E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão". Mateus 21:22

E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos. 1 João 5:15

 

Podemos agradecer a Jesus reconhecendo o feito diante da derrota do diabo em nosso favor. Creio que podemos agradecer um pouco mais demonstrando nosso amor por Jesus. Tenho por certo que podemos agradar nosso Deus por ter enviado Jesus e nos ter dado a vitória.

Creio que podemos de igual modo em agradecimento oferecer o jejum por 40 dias de algo que nos custe, de algo que gostamos muito e orar sem cessar fazendo menção de agradecimento pelo que Ele conquistou por nós e para nós.

 

COMO JEJUAR?

É sabido que não precisamos jejuar 40 dias sem comer e nem beber, até porque temos um mediador que é Jesus por nós. Não há nenhum jejum que supere ao de Jesus. Também não há oração que baste para agradecer a vitória. Contudo, podemos reconhecer e valorizar e dar algo que nos custe em agradecimento.

Daí você me diz que não fará nenhum tipo de jejum depois disso.

Caro leitor não sejamos mal agradecidos pelos feitos de Jesus.

Porém, vou te dar uma dica que todo bom cristão deve saber depois dessa retórica.

Leia no livro de Esdras: “Ali, junto ao canal de Aava, proclamei um jejum, a fim de que nos humilhássemos diante do nosso Deus e lhe pedíssemos uma viagem segura para nós e nossos filhos, com todos os nossos bens”. - Esdras 8:21

Note que o profeta Esdras sabia claramente o seu propósito, sabia da importância do jejum e orava incessantemente. Observe que é uma chave ter um propósito, fazer jejum e orar. Eis o secreto do seu sucesso para seguir uma jornada segura.

É crucial a correção das rotas alteradas, ou seja, aprender que não deve estar em um deserto e nem é vontade de Deus pai.

Também é fundamental você saber como Esdras sabia, você deve aprender que após entender que sairá disso e deve seguir sua nova rota.

Sua jornada rumo ao sucesso deve ser segura e seus bens devem ser protegidos após o conhecimento do maior jejum que foi de Jesus por nós.

Dessa forma, eu sugiro discernir se deve ou não fazer jejum após o de Jesus.

Claro que sabemos que o próprio Jesus disse que “no mundo teríamos aflições, mas, tende bom ânimo Eu venci o mundo”. Em outras palavras Jesus disse eu venci o diabo em seu lugar.

Concluído e pondo a termo esse livro, eu afirmo e dou crédito que um jejum regado a orações de agradecimentos é pouco pelo que Jesus fez.

 

ENTENDA O SEU DESERTO... AJA CORRETAMENTE... E SAIA DELE HOJE!

Estamos finalizando esse livro com a sensação do dever cumprido. Digo sempre “estamos” porque não seria possível sem os conselhos do amigo Espírito Santo, sem as palavras do Senhor Jesus Cristo e sem a permissão de nosso Papai o grande criador Deus presente.

Comecei traduzindo a palavra deserto como sendo um lugar de escolha pessoal, solitário escolhido para consagração com um propósito vitorioso.

Finalizo dizendo que sem propósito, sem jejum e orações o deserto não tem serventia alguma. Deserto passa a ser um lugar improdutivo e sem utilidade. Deserto para o cristão tem que ser um lugar para se recolher quando se tem um propósito, aplica-se o jejum e rega-se com muitas orações de agradecimentos pelos feitos de Jesus.

Deserto não deve ser parecido como uma situação amaldiçoada que está vivendo ou pagando seus pecados ou até mesmo dizendo que é um karma, um destino. Jesus disse meu fardo é leve o jugo suave, acredito que Ele quis dizer não tenho interesse que você sofra, que você padeça.

Os profetas da bíblia sabiam o significado de um propósito, do jejum e das orações. No Velho Testamento as orações em sua maioria eram de súplicas, no Novo Testamento as orações passaram a ser de gratidão.

Para reflexão podemos meditar novamente no versículo que o profeta Esdras disse no capítulo 8:21 apregoou um jejum pela jornada segura, pela família e pelos seus bens.

Esdras já sabia que com um propósito, jejum e oração antecipadamente garantiria a segurança, proteção e prosperidade.

Saibam exercitar a gratidão, em tudo daí graças, apresenteis vossos corpos em sacrifício (jejum), crescendo em santidade pois isso atrai a Deus.

Finalmente, entendido que não devemos mais utilizar essa expressão, porque agora sabemos que Jesus nos deu a vitória. Basta-nos apossar desse direito constituído por um testamento, ter um propósito e agradecer com jejum e orações.

 

A VITÓRIA COM JESUS JÁ ESTÁ EM SUA VIDA E SEU CORAÇÃO?

 

Ao longo deste pequeno livro você percebeu como Jesus, o filho de Deus chegou trazendo mudança, um novo testamento, uma nova aliança. Jesus jejuou, passou pelo deserto por você, mudando radicalmente o tom das orações dos filhos e filhas de Deus, deixa de ser de súplica, passa a ser de gratidão.

Não te convido e entrar em nenhuma religião específica, mas se você ainda não o fez, te convido a aceitar este Jesus em seu coração, agora mesmo, enquanto lê este livro.

Apenas repita, em voz alta se possível, mas recebendo cada palavra com sinceridade em seu coração o parágrafo abaixo:

 

 

EU RECEBO A JESUS COMO FILHO DE DEUS EM MEU CORAÇÃO. ME ARREPENDO DE MEUS PECADOS, DE MINHA DESOBEDIÊNCIA MAS ENTENDO QUE PELO SACRIFÍCIO DELE NA CRUZ MEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS. NESTE MOMENTO TE DECLARO, JESUS, COMO MEU SENHOR E MEU SALVADOR, E RECEBO TUDO AQUILO QUE O SENHOR CONSUMOU POR AMOR A MIM. AMÉM.

 

E se você deseja saber e receber também aquilo que Jesus já fez em relação à sua cura, caso necessite, tanto de doenças físicas quanto emocionais, te convido a conhecer a Mensagem Bíblica de Cura em 

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 (vídeo em português) e ler diversos outros livros gratuitos como este emwww.mensagembiblicadecura.blogspot.com.br

 

Roberto Polido

São Paulo – SP - Brasil

 

LEITURA COMPLEMENTAR

 

CURIOSIDADES BÍBLICAS EM TORNO DO NÚMERO 40

40 dias e quarenta noites do dilúvio (Gn 7:4-12);

40 dias e 40 noites Moisés passa no Monte (Ex24:18; 34:26; Dt 9:9-11; 10,10);

40 anos foi o tempo da peregrinação pelo deserto (Nm14:33; 32:13; Dt 8:2; 29:4, etc);

40 dias que Jesus jejuou antes de começar seu ministério (Mt 4:2; Mc 1:12; Lc 4:2);

40 dias depois da Ressurreição acontece a ascensão de Jesus (At 1:3).

 

 

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